<T->
           Coleo De Olho no Futuro
           Histria -- 1 Srie
           Ensino Fundamental

           Thatiane Pinela
           Liz Andria Giaretta

<F->
Impresso Braille em volume nico na diagramao de 28 linhas por 34 caracteres, da 1a. edio, So Paulo -- 2006 
<F+>

           Volume nico

           Ministrio da Educao
           Instituto Benjamin Constant
           Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
           22290-240 Rio de Janeiro 
           RJ -- Brasil
           Tel.: (0xx21) 3478-4400
           Fax: (0xx21) 3478-4444
          E-mail: ~,ibc@ibc.gov.br~, 
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          -- 2007 --
<p>
          Copyright desta edio
          Quinteto Editorial
          Ltda., 2005

          Coordenao Editorial:
          Francisco A. de Arruda Sampaio
            
          Editorao eletrnica:
          Luiz Roberto Lucio Correa

          ISBN: 85-305-0406-2

          Todos os direitos de edio 
          reservados  Quinteto Editorial LTDA.
          Rua Rui Barbosa, 156 -- sala 1 (Bela Vista) 
          So Paulo -- SP 
          CEP 01326-010
          Tel.: (0xx11) 3253-5011
          Fax: (0xx11) 3284-8500 
          r. 243
<p>
                               I
<R+>
Dados Internacionais de Catalogao na Publicao (CIP)
 (Cmara Brasileira Do Livro, SP, Brasil)

<F->
Giaretta, Liz Andria
  De olho no futuro : histria: novo/Liz Andria Giaretta, Thatiane Tomal Pinela. -- 1. ed. -- So Paulo : Quinteto Editorial, 2005. -- (Coleo de olho no futuro histria)

  Vrios ilustradores.
  Obra em 4 v.
  1a. srie consumvel.
  2a. a 4a. srie no-consumvel
  Suplemento pelo manual do professor.

  1. Histria (ensino fundamental) I. Pinela, Thatiane Tomal. II. Ttulo. III. Srie.

04-8476           CDD-372`.89           

<F+>
<p>
<R+>
 De olho no livro
<R->
 
  Este livro  um convite ao estudo da Histria. Juntos vamos conhecer o modo de vida de pessoas de diferentes lugares, no passado e presente, e descobrir como a histria dessas pessoas est relacionada  nossa prpria vida.
  Por meio desse estudo, tambm vamos conhecer melhor o mundo em que vivemos, e compreender que  no dia-a-dia que ns fazemos a Histria.
  Um timo ano de estudos!

As autoras

  Antes de comear o estudo com o seu livro de 1 srie, vamos conhec-lo melhor. Veja a seguir como ele est organizado.
  Nas primeiras pginas de cada captulo do seu livro de Histria, voc encontrar textos e imagens que vo deix-lo curioso para 
<p>
                            III
descobrir o que vir nas pginas seguintes.
  Em todos os captulos existem pginas especiais de atividades. Essas atividades vo ajud-lo a compreender melhor os contedos trabalhados.
  Em alguns momentos voc ter a oportunidade de ampliar os seus conhecimentos sobre diferentes assuntos conversando com as pessoas e realizando pesquisas em livros, revistas, sites da Internet, entre outras fontes.
  No decorrer dos captulos, so apresentadas informaes que vo complementar e ampliar os seus conhecimentos sobre o assunto que est sendo estudado.
  Voc ser convidado a realizar atividades individuais ou coletivas, que vo ajud-lo a colocar em prtica, de forma criativa e divertida, o que estudou.
<p>
  Na seo *Entrevistando*, voc ter oportunidade de conhecer diferentes experincias de vida e vai perceber como a entrevista  um importante meio de obter informaes.

  Na seo *Trocando idias*, voc vai expressar as suas opinies e conhecer as opinies dos colegas. Nela, so apresentados questionamentos sobre temas polmicos para voc refletir e trocar idias sobre os mais diversos assuntos.

  Em *De olho na biblioteca*, so feitas sugestes de leitura de alguns livros relacionados ao assunto estudado. Essas leituras vo auxili-lo a compreender melhor os contedos desenvolvidos.

  Na seo *Na linha do tempo*, voc vai compreender melhor como os fatos ocorrem em uma seqncia de tempo. Voc ainda ter a oportunidade de registrar e analisar 
<P>
                               V
importantes acontecimentos relacionados  sua histria de vida e a outras histrias.

  No final do livro de Histria, voc vai encontrar um glossrio. Esse glossrio apresenta explicaes e significados de algumas palavras que aparecem no texto e tambm fornece outras informaes que podem ampliar os seus conhecimentos.
<P>
<P>
<F->
                             VII
Sumrio 

Captulo 1

Eu e os outros ::::::::::::: 1
As minhas preferncias ::::: 4
Respeitando as diferen-
  as ::::::::::::::::::::::: 9 
Todo mundo tem um nome ::::: 12

Captulo 2

Cada pessoa tem uma 
  histria :::::::::::::::::: 19
Voc se lembra...? ::::::::: 20
Objetos pessoais do 
  passado ::::::::::::::::::: 25
Imagens que contam 
  histrias ::::::::::::::::: 27
Os documentos pessoais ::::: 29

Captulo 3

O tempo no pra! :::::::::: 43
O tempo passa, as pessoas
  mudam ::::::::::::::::::::: 49
<P>
Registrando a passagem do
  tempo ::::::::::::::::::::: 51
O calendrio ::::::::::::::: 53
O calendrio tem 
  histria :::::::::::::::::: 59
O relgio :::::::::::::::::: 64
Outros tipos de 
  relgios :::::::::::::::::: 68

Captulo 4

O cotidiano :::::::::::::::: 72
Organizando o cotidiano :::: 78
O cotidiano da famlia ::::: 83
O dia-a-dia de crianas
  no passado :::::::::::::::: 88
As crianas e o 
  trabalho :::::::::::::::::: 91 
Os direitos da criana ::::: 99

Captulo 5

Brincadeiras de 
  crianas :::::::::::::::::: 103
Eu gosto mesmo  de
  brincar! :::::::::::::::::: 105
Respeitando as regras :::::: 108
<P>
                             IX
As brincadeiras tm 
  histria :::::::::::::::::: 111
Brincadeiras de ontem e
  de hoje ::::::::::::::::::: 114
As crianas indgenas e
  suas brincadeiras ::::::::: 121

Glossrio :::::::::::::::::: 124
<F+>

               ::::::::::::::::::::::::

<P>
Notas de transcrio:

  Nesta obra, as palavras abaixo
enumeradas tm, sempre, estes
sentidos:
<R+>
1 -- Legenda: texto explicativo
  de: foto, gravura, ilustrao,
  mapa, quadro, etc.
 2 -- Ilustrao: figura usada
  para exemplificar ou reforar
  uma idia ou um texto.
 3 -- Figura: Representao de
  pessoa, animal ou objeto, por
  meio de desenho, gravura, foto-
  grafia, etc.

O Glossrio apresenta, no final do livro, o significado de algumas palavras grifadas nos textos.
<R->

<10>
<Thist. olho fut. 1>
<T+1>
<R+>
Captulo 1

Eu e os outros
<R->

  Ao observarmos as pessoas, podemos perceber que elas so diferentes umas das outras. Cada pessoa  nica e possui caractersticas prprias.
<R+>
 o Cite algumas caractersticas que fazem as pessoas serem diferentes umas das outras.
<R->
  Observe a seguir as fichas com algumas caractersticas de diferentes crianas.

<R+>
 A --
 Nome: Giovane.
 Idade: 4 anos.
 Cor dos cabelos: Castanhos.
 Cor dos olhos: Castanhos.

 B --
 Nome: Camila.
 Idade: 5 anos.
 Cor dos cabelos: Pretos.
 Cor dos olhos: Pretos.

<11>
 C --
 Nome: Julianna.
 Idade: 8 anos.
 Cor dos cabelos: Loiros.
 Cor dos olhos: Azuis.

 D --
 Nome: Gabriel. 
 Idade: 6 anos.
 Cor dos cabelos: Castanhos.
 Cor dos olhos: Castanhos.

 E --
 Nome: Natlia.
 Idade: 8 anos. 
 Cor dos cabelos: Ruivos.
 Cor dos olhos: Castanhos.
<R->

<R+>
 a) Cite algumas semelhanas existentes entre as crianas retratadas. Cite tambm as diferenas.
 b) H semelhanas entre voc e essas crianas? E diferenas? Quais?
<R->

<12>
<P>
<R+>
Atividades

 1. Escreva a seguir como voc  fisicamente. No se esquea de incluir algumas caractersticas como a cor dos olhos e dos cabelos, entre outras.
<13>
 2. Agora, complete a ficha a seguir com as suas informaes pessoais.

 Nome Completo: .....
 Data de nascimento: .....
 Idade: .....
 Sexo (masculino -- femini-
  no): .....
 Cor dos olhos (pretos -- castanhos -- azuis -- verdes -- outra): .....
 Cor dos cabelos (pretos -- castanhos -- loiros -- rui-
  vos): .....
 Tipos de cabelos (liso -- crespo -- ondulado -- outro): .....
<P>
 3. Compare a descrio e as informaes da sua ficha com os dos seus colegas de turma. Em seguida, procure identificar:
 -- semelhanas existentes entre vocs;
 -- diferenas existentes entre 
  vocs.
<R->

<14>	
<R+>
As minhas preferncias
<R->
 
  Alm das caractersticas fsicas, as pessoas tambm podem ser diferentes em suas preferncias.
  Observe a seguir quais so as preferncias de algumas crianas.

  Eu gosto mesmo  de futebol!

  Na escola, a matria de que eu mais gosto  Histria!

  A banana  a minha fruta preferida!

  O meu animal preferido  o cachorro!

<R+>
 o Anote uma das suas preferncias. Depois, converse com os colegas e conhea algumas preferncias que eles tm.
<R->

<15>
  Como voc viu, as pessoas podem apresentar semelhanas e diferenas fsicas e, tambm, nas suas preferncias.
  Os alunos da turma de Rodolfo, que estuda na 1 srie, ficaram interessados em verificar qual era o animal preferido da turma. A professora, ento, pediu a cada aluno que dissesse o animal de que mais gosta e anotou na lousa. Observe qual foi o resultado.
<P>
<R+>
Animal preferido pelos alunos da 1 srie

 cavalo: _ _ _ _ _
 gato: _ _ _ _ _
 passarinho: _ _ _ _
 tartaruga: _ _ _
 coelho: _ _
 peixe: _ _ _ _ _ _
 cachorro: _ _ _ _ _ _ _
 outros: _ _ _
<R->

  Em seguida, com essas informaes, eles montaram uma tabela. 

<R+>
 a) Observe as anotaes anteriores e continue completando a tabela.
 -- Animais preferidos: cavalo, gato, passarinho, tartaruga, coelho, peixe, cachorro, outros.
 -- Nmero de alunos que citaram cada animal:
  cavalo -- 5
  gato -- 5
  passarinho -- 4
  tartaruga -- .....
  coelho -- .....
  peixe -- .....
  cachorro -- .....
  outros -- .....
 b) Qual  o animal preferido pelo maior nmero de alunos?
 c) De acordo com as informaes da tabela, quantos alunos estudam na turma de Rodolfo?
<R->

<16>
  Agora, voc e os seus colegas podem realizar uma atividade semelhante para verificar quais so os animais preferidos dos alunos da sua turma.
<R+>
 a) Escreva qual  o seu animal preferido.
<R->

  O professor anotar na lousa o nome dos animais citados e o nmero de alunos que preferem cada um dos animais. Depois que o levantamento das informaes estiver pronto, anote-as na tabela a seguir.
<R+>
 -- Animais preferidos: .....
 -- Nmero de alunos que citaram cada animal: .....
<R->
<17>
<P>
<R+>
 b) Observe a tabela da pgina anterior e identifique quantos alunos estudam na sua turma.
 c) Qual  o animal preferido pelo maior nmero de alunos da sua turma?
 d) Compare a tabela da sua turma com a da turma de Rodolfo e responda: o animal preferido da sua turma  o mesmo que o da turma de Rodolfo?
<R->

<R+>
Colocando em prtica
<R->

  Para conhecer um pouco mais as semelhanas e as diferenas entre os colegas da sua turma, voc pode realizar a atividade a seguir.
  Recorte de jornais e revistas figuras que representem algumas das suas preferncias, por exemplo, na alimentao, nas atividades escolares, nas brincadeiras, na msica, entre outras que voc achar interessante. Cole essas figuras em folhas de papel e traga-as para a sala de aula.
  Depois, com o auxlio do professor, apresente essas informaes aos seus colegas de turma.
  Procure identificar algumas semelhanas e tambm diferenas entre os gostos e as preferncias dos alunos da turma.

<18>
 Respeitando as diferenas

  Leia o cartaz a seguir e observe as informaes que ele apre-
 senta.
 
Todos juntos, aprendendo com 
  as diferenas!

  J pensou se todas as pessoas fossem iguais? Que tdio!

  Aprendemos a descobrir e valorizar a diversidade convivendo com pessoas diferentes (brancas ou negras).

   graas  maneira de ser, pensar e agir de cada um que o mundo fica mais interessante.
  Mas existem diferenas que a sociedade no entende. H pessoas que andam de um jeito diferente (em cadeira de rodas), falam de um jeito diferente (so surdas), no enxergam como todo mundo.

  Outras, ainda, aprendem em ritmo mais lento!

  Todas as pessoas tm contribuies para dar, se todas tiverem a mesma oportunidade de aprender e conviver.
  
<R+>
 Cartaz do Ministrio da Sade e da Fundao Victor Civita.
<R->

<19>
<R+>
 a) Qual  o assunto tratado no cartaz?
 b) Quais so as diferenas destacadas no cartaz?
 c) Voc j presenciou alguma situao de desrespeito s diferenas entre as pessoas? Em caso afirmativo, conte para os colegas como foi.
<R->

<R+>
Trocando idias
<R->

  Em alguns aspectos as pessoas so parecidas e em outros, no. Na verdade, no h pessoas iguais no mundo. Cada pessoa tem uma aparncia e um jeito de ser que so nicos.
  No entanto, no devemos esquecer que no somos melhores nem piores do que as outras pessoas, apenas diferentes. Por isso, para convivermos uns com os outros,  importante sabermos respeitar e aceitar as pessoas do jeito que elas so.
  Converse com os seus colegas sobre as questes a seguir.
<R+>
a) Quais so as atitudes que voc pode ter para conviver melhor com os seus colegas de sala? 
 b) E com as pessoas da sua famlia?
<R->

<20>
<P>
<R+>
 Todo mundo tem um nome
<R->

  Todas as pessoas quando nascem recebem um nome. O nome nos acompanha durante toda a vida e  por meio dele que somos identificados.
  O texto a seguir trata da importncia do nome para as pessoas. Leia-o.

  -- Ei, voc! -- diz a menina.
  -- Quem, eu? -- dizem os meninos no ptio da escola.
  -- No, voc, de camiseta branca.
  -- Mas todos ns estamos de camiseta branca!
  -- Mas eu quero falar com voc que usa culos.
  -- Ah! Meu nome  Miguel.

  Voc j imaginou que confuso seria se as pessoas no tivessem nomes?
  Os nomes existem para diferenciar as pessoas, e sabermos quem  quem.
<21>
  As pessoas podem passar por transformaes ao longo dos anos mas o nome geralmente continua o mesmo durante toda a vida. 
  Assim tambm aconteceu com voc. Desde que nasceu, voc passou por vrias transformaes, mas seu nome continuou sendo...
  Qual  mesmo o seu nome?

<R+>
 o Escreva o seu nome.
<R->

<22>
  As pessoas quando nascem recebem, alm do nome, um sobrenome. O sobrenome indica a famlia a que a pessoa pertence. Geralmente, ele  formado pelo sobrenome da me e do pai.
  Veja o exemplo a seguir.
 
<R+>
 Nome: Patrcia Oliveira Dias
 Nome do pai: Roberto Vieira Dias
 Nome da me: Lcia Campos Oliveira Dias
<R->
<P>
<R+>
 a) Qual  o sobrenome de Patrcia que  igual ao do pai dela?
 b) Qual  o sobrenome de Patrcia que  igual ao da me dela?
 c) Escreva a seguir o seu nome completo.
 d) De quem voc recebeu o seu sobrenome?
 e) Por que  importante que as pessoas tenham sobrenome? Converse com os colegas.
<R->

<R+>
 Pesquisando
<R->

  Voc sabia que os nomes das pessoas costumam ter significados? Em alguns casos, as pessoas que escolhem o nome de uma criana analisam o seu significado antes de escolh-lo.
<R+>
o E voc, sabe o significado do seu nome?
<R->
  Caso no saiba, faa uma pesquisa sobre o significado do seu nome. Para isso, pergunte a seus pais ou responsveis, ou ento procure informaes em livros, em revistas especializadas ou na 
 Internet. Traga essas informaes para a sala e comente com os seus colegas de turma.

<23>
<R+>
 Atividades

1) Ordene as letras e descubra nomes de pessoas.
 a) loPau
 b) raLau
 c) sonNel
 d) aneVivi
 e) leneMar
 f) losCar
 g) riaMa ardaEdu
 h) droPe riqueHen

2) Com os colegas e com o auxlio do professor, elaborem uma lista na lousa com os nomes dos alunos da sua turma. Depois, copie-os, em ordem alfabtica.

<24> 
<P>
3) Os sobrenomes, geralmente, tm uma histria e um significado. A seguir esto alguns sobrenomes e os seus significados. Identifique o significado
  de cada um dos sobrenomes e relacione-os.
 A -- Pereira
 B -- Ferreira
 C -- Oliveira
 D -- Padovani

 Famlia das pessoas que plantavam pra. -- .....
 Famlia das pessoas originrias da regio de Pdua, na Itlia. -- .....
 Famlia das pessoas que cultivavam *oliveiras*. -- .....
 Famlia das pessoas que trabalhavam como *ferreiros*. -- .....
<R->
<P>
<R+>
Algo a mais
<R->

  Os primeiros sobrenomes foram criados para diferenciar pessoas que tinham nomes iguais. Eles serviam, tambm, para identificar a qual famlia uma pessoa pertencia.
  Existem vrios tipos de sobrenomes, como aqueles que lembram o nome do fundador de uma famlia. Por exemplo, Rodrigues era o sobrenome das pessoas que pertenciam  famlia de Rodrigo.
  Outro tipo de sobrenome  aquele que se refere  regio de origem de uma famlia. Assim, Rocha pode ser o sobrenome de famlias originrias de uma regio de solo rochoso.

<25>
 Entrevistando

  Agora, voc pode descobrir um pouco mais sobre a histria do seu nome. Para isso, faa a entrevista a seguir com um de seus pais ou com a pessoa responsvel por voc.
<R+>
Roteiro da entrevista

 Nome do entrevistado:
 Idade:
 Data da entrevista:
 a) Quem escolheu o meu nome?
 b) Por que esse nome foi escolhido?
 c) Meu nome foi escolhido antes ou depois do meu nascimento?
 d) Havia sido sugerido algum outro nome para mim? Qual?
<R->

  Traga a sua entrevista para a sala de aula e, com os colegas, comparem as respostas obtidas.

               oooooooooooo

<26>
<p>
<R+>
Captulo 2

Cada pessoa tem uma histria
<R->

  A vida das pessoas  formada por vrios acontecimentos. O conjunto desses acontecimentos forma a histria da vida.
  Conhea a seguir alguns acontecimentos da vida de uma menina chamada Clara, que estuda na 1 srie.

<R+>
 1 -- Me de Clara grvida.
 ..... -- Festa do primeiro aniversrio de Clara.
 ..... -- Clara brincando com o animal de estimao que ela ganhou quando completou 2 anos.
<27>
 ..... -- Clara aprendendo a andar de bicicleta aos 4 anos.
 ..... -- Clara dormindo no colo da me, logo aps seu nasci-
  mento.
 ..... -- Clara indo para a escola aos 7 anos.
<R->
<P>
<R+>
 a) Numere os fatos da vida de Clara de acordo com a ordem em que eles aconteceram. Observe que o primeiro acontecimento j est numerado.
 b) Quais fatos ocorreram antes do nascimento de Clara? Quais fatos aconteceram depois do nascimento dela?
 c) Quais foram as pistas que voc utilizou para descobrir a ordem em que os fatos aconteceram? Converse com os colegas.
<R->

<28>
<R+>
 Voc se lembra...?
<R->

  Ao contarmos a histria da nossa vida, costumamos citar fatos que ficaram guardados na nossa lembrana. Geralmente, esses fatos tm um significado importante para ns e, de alguma forma, eles marcaram a nossa vida.
<R+>
 a) Descreva um fato importante que ficou guardado na sua lembrana. 
<29>
<P>
 b) Destaque a palavra que melhor corresponde ao fato da sua histria de vida que voc descreveu anteriormente.
 Engraado
 Triste
 Alegre
 Outro. Qual? .....
 c) Mostre aos colegas da turma a sua descrio e explique a eles o fato que est apresentando.
 Depois, juntos, conversem sobre as questes a seguir.
 o Os alunos da sua turma desenharam fatos semelhantes ou diferentes? Por qu?
 o Na sua opinio, qual foi o fato mais interessante citado pelos alunos da turma? Por qu?
<R->
<P>
<R+>
De olho na Biblioteca
<R->

  Ao ler o livro *Eu me lembro*, voc ter a oportunidade de conhecer algumas lembranas que fazem parte da histria de vida de uma
 pessoa que viveu em uma outra poca.

<R+>
*Eu me lembro*, de Gerda Brentani. So Paulo, Companhia das Letrinhas, 1993.
<R->

<30>
  Alm das nossas lembranas, tambm podemos descobrir um pouco mais sobre nossa histria de vida por meio de conversas com pessoas mais velhas, ouvindo os seus *relatos* sobre fatos ocorridos no passado.
  Leia a seguir o relato dado por Dona Ada Sale, de 78 anos. Por meio desse *relato*, sua filha Suze conheceu um fato que ocorreu na vida dela, quando tinha 4 anos de idade.
<P>
  Eu tenho duas filhas: a Suze e a Ftima.
  Quando eram pequenas, elas eram o xod da minha irm Chaine.
  Minha irm vivia fazendo agrados para as meninas. Sempre dava presentes, como brinquedos, roupinhas, doces, e, s vezes, dinheiro.
  Um dia, quando veio nos visitar, Chaine tirou da bolsa uma nota de 10 *cruzeiros*, deu na mo da Suze e disse:
  -- Toma, Suze. Metade  para voc, e metade  para a Ftima.
  A Suze, mais que depressa, rasgou a nota no meio e disse para a sua irm:
  -- Toma Tata. A metade  sua.

<R+>
 Depoimento cedido em julho de 2004.
<R->

<R+>
 a) O que Dona Ada  de Suze e Ftima?
 Av -- Tia -- Me
<P>
 b) E o que Chaine  de Suze e Ftima?
 Av -- Tia -- Me

 c) Qual deveria ter sido a atitude de Suze? Comente com os colegas.

<31>
 d) Na sua opinio, esse acontecimento pode ser considerado:
 Engraado
 Triste
 Alegre
 Outro. Qual? .....
<R->

<R+>
 o Por qu? Converse com os colegas e procure conhecer a opinio deles.
<R->

<R+>
 Pesquisando
<R->

  Agora, escolha uma pessoa que conhea voc h bastante tempo, e pea a ela que conte um fato interessante que tenha ocorrido com voc no passado.
<P>
  Se achar necessrio, faa perguntas a essa pessoa para que voc possa compreender melhor esse fato. Pea a ela que anote as principais informaes no seu caderno.
  Depois, se preferir, ilustre esse acontecimento com desenhos ou colagens.
  Traga essas informaes para a sala de aula e, de acordo com as orientaes e com o auxlio do professor, conte aos colegas o que voc descobriu. Conhea tambm as descobertas feitas por seus colegas.

<32>
<R+>
 Objetos pessoais do passado
<R->

  Algumas pessoas possuem objetos utilizados no passado e que foram guardados como recordao. Esses objetos tambm podem servir como fonte de informaes sobre a histria de vida das pessoas e do modo como elas viviam.
  Veja a seguir, alguns objetos pessoais.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::
l   mamadeira   babador    _
l   vestido     chocalho   _
l   chupeta     sandalinha _
l   boneca de pano         _
h::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
 a) Quais so os objetos pessoais apresentados acima?
 b) Quais informaes podem ser obtidas sobre a pessoa a quem pertencem esses objetos?
 c) Voc possui objetos pessoais antigos? Em caso afirmativo, traga-os para a sala de aula e mostre aos seus colegas.

<33>
<P>
Atividades

 1) A seguir, trs fases diferentes da vida de Paulo. Relacione-as aos objetos mais adequados a cada uma dessas fases da vida.
<R->
<R+>
 1 -- beb
 2 -- jovem
 3 -- adulto
 ..... -- aparelho de barbear
 ..... -- carrinho de beb
 ..... -- bicicleta
 ..... -- estojo
 ..... -- chupeta
 ..... -- automvel
<R->

<34>
<R+>
 Imagens que contam histrias
<R->

  Muitas pessoas costumam registrar momentos marcantes por meio de fotografias. As fotografias tambm so um tipo de documento e podem fornecer vrias informaes sobre a vida da pessoa retratada. 
  Observe as fotografias a seguir. Elas retratam momentos da vida de uma menina chamada 
 Mariana.
<R+>
 _`[1 -- Mariana no colo da me. Sobre a mesa seu primeiro bolo de aniversrio.
  2 -- Mariana monta um cavalo, amparada por sua me.
  3 -- Mariana, sentada numa carteira, brinca com lpis de cera.
  4 -- Mariana brinca com areia, na beira do mar_`]
<R->
<35>
<R+>
 a) Agora, relacione cada um dos acontecimentos registrados nas fotografias s descries a seguir.
 ..... -- Primeiro passeio a cavalo.
 ..... -- Primeira viagem para a praia.
 ..... -- Festa do primeiro aniversrio.
 ..... -- Primeiro dia de aula na escola.
 b) Quais foram as pistas que voc utilizou para identificar o acontecimento registrado em cada uma das fotografias? Converse com os colegas.
<R->
<P>
<R+>
 Colocando em prtica
<R->

  Agora  a sua vez! Se voc possui fotografias que retratam fatos importantes da sua vida, converse com seus pais ou responsveis e pea a eles que lhe digam quando elas foram tiradas e o que est sendo retratado.
  Depois, se possvel, traga essas fotografias e as informaes para a sala de aula e apresente-as aos seus colegas.

<36>
<R+>
Os documentos pessoais
<R->

  Os documentos pessoais tambm so importantes fontes de informaes. Por meio deles,  possvel conhecer um pouco da histria de uma pessoa e de sua famlia.
  Um dos primeiros documentos de uma pessoa  a certido de nascimento, que deve ser feita logo aps a criana nascer. 
  Veja a seguir o exemplo de uma certido de nascimento.

           Repblica Federativa do Brasil
           Registro Civil
           Estado do Paran -- Comarca de Londrina -- 1 Ofcio
           Bacharel Gabriel Nunes Pires Neto
           Oficial Vitalcio do Registro de Nascimentos, Casamentos e 
           bitos, do 1 Ofcio da Sede da Comarca de Londrina -- 
           Estado do Paran
           Rua Pio XII, 65 -- Fone 23-7743
           Nascimento n.o 41.299

<R+>
 Certifico, que s fls. 020 do livro n.o 187 de registro de nascimentos, foi lavrado o assento de "Ana Francisca Marques de Mendona" do sexo feminino de cor branca, nascida aos nove (09) de junho de 1983 (mil novecentos e oitenta e trs), s quatorze horas e trinta minutos, no(a) Hospital Evanglico de Londrina, filha de Antonio Marques de Mendona e dona Zelia Teruel Moreto de Mendona, ele natural de Portugal, e ela do Estado do Paran, e casados neste cartrio.
 Avs paternos: Joo Marques de Mendona e dona Maria Ferreira do Rosrio.
 Avs maternos: Ramo Teruel Filho e dona Cacilda Moreto Teruel.
 Foi declarante: o pai.
 Observaes: As testemunhas so as constantes ao termo.
 O referido  verdade e dou f.
 Londrina, 13 de junho de 1983.
 Assinatura do Oficial do Registro civil.
<R->

<37>
<R+>
 a) Qual  o nome completo de 
  Ana Francisca?
 b) Em que dia, ms e ano ela nasceu?
 c) Quantos dias aps o nascimento de Ana Francisca foi feita a certido de nascimento dela?
 d) Qual  o nome do pai de Ana Francisca?
 e) E qual  o nome da me dela?
 f) Como se chamam os avs paternos de Ana Francisca?
 g) E como se chamam os avs maternos?
<R->

<R+>
 Colocando em prtica 
<R->

  Agora, voc vai conhecer um pouco da sua histria de vida observando a sua certido de nascimento.
  Para isso, pea a seus pais ou responsveis para tirarem uma cpia desse documento e traga-a para a sala de aula. Em seguida, localize na sua certido de nascimento as seguintes informaes:
<R+>
 -- local onde voc nasceu;
 -- data e horrio do nascimento;
 -- nome dos pais; 
 -- nome dos avs paternos;
 -- nome dos avs maternos.
<R->

<38>
  Alm da certido de nascimento, existem outros documentos que podem ser utilizados como fontes de informaes.
  Veja a seguir outros documentos de Ana Francisca.

<R+>
 Carteira de Identidade
 (frente)
<R->
  Repblica Federativa do Brasil
  Secretaria de Estado e Segurana Pblica
  Instituto de Identificao do Paran
  Assinatura do Titular
 (verso)
  Vlida em todo o Territrio Nacional
  Registro Geral 6.777.666-0
  Data de expedio 10/06/1996
  Nome Ana Francisca Marques de Mendona
  Filiao Antonio Marques de Mendona e Zelia Teruel Moreto de Mendona
  Naturalidade Londrina/PR
  Data de Nascimento 09/06/1983
<P>
  Doc. origem comarca Londrina/PR, 1 Ofcio
  C. nasc. 41299, livro 187, folha 020
  Assinatura do diretor

<R+>
 Carteira de Estudante
<R->
  Universidade Estadual de Londrina
  Nome Ana Francisca Marques de Mendona
  Curso Cincias Contbeis
  N.o da matrcula 100.000
  Centro/turno Cesa/noturno

<R+>
 Carteira de Trabalho e Previdncia Social
 (primeira folha)
<R->
  Ministrio do Trabalho
  Secretaria de Polticas de Emprego e Salrio
  PIS/Pasep 12345600`.0-0
  Nmero 0034583 Srie 000-0 UF/PR
  Assinatura do Titular
<R+>
 (pgina 10)
<R->
<P>
  Contrato de trabalho
  Empregador Escritrio de Contabilidade Martins Ltda.
  Endereo Av. Central, 1234
  Cargo secretria
  Data de admisso 2 de fevereiro de 1999
  Registro n.o 5678
  Remunerao especificada R$400,00 (quatrocentos reais) mensais
  Assinatura do empregador

<39>
<R+>
 Agora, observando os documentos de Ana Francisca, responda s questes a seguir.
 a) Quando Ana Francisca tirou a carteira de identidade?
 b) Em que cidade e estado ela nasceu?
 c) Onde ela estuda atualmente?
 d) Qual  o curso que ela faz?
  Cincias Contbeis
  Matemtica
  Histria
<P>
 e) Destaque o perodo do dia em que ela estuda.
  Manh
  Tarde
  Noite
 f) Em que empresa Ana Francisca passou a trabalhar em 1999?
 g) Em que dia e ms ela comeou a trabalhar nessa empresa?
 h) Qual  o cargo que ela passou a ocupar?
 i) Quanto ela passou a ganhar nessa empresa?
<R->

<40>
<R+>
 Atividades
<R->

<R+>
 1) A seguir so apresentados alguns documentos pessoais. Observe-os.
 A -- Carteira de Identidade
 B -- Carteira Nacional de Habilitao
 C -- Carteira de Trabalho e Previdncia Social
 D -- Ttulo Eleitoral
 E -- Carto de Vacinas 
<R->
<41>
<P>
<R+>
 a) Associe cada um dos documentos apresentados  informao correspondente, anotando a letra de cada documento nos lugares indicados.
 ..... Documento que garante o direito ao voto nas *eleies*.
 ..... Documento que prova que a pessoa  capaz de dirigir determinado tipo de veculo.
 ..... Documento por meio do qual  feito o controle das vacinas que uma pessoa tomou e que ainda dever tomar.
 ..... Documento que registra as atividades profissionais de uma pessoa. Ele rene informaes que garantem o acesso a diversos *direitos trabalhistas*, como a aposentadoria e o seguro-desemprego.
 ..... Documento utilizado para comprovar a identidade de uma pessoa, apresentando informaes como o nome, a data de nascimento e a filiao.
<P>
 b) Na sua opinio, por que voc no possui alguns desses documentos?
 c) Voc possui algum documento que no foi apresentado nessa
  atividade? Que documento  esse e em que situaes ele  utilizado? Comente com os colegas.
<R->

<42>
<R+>
 Na linha do tempo
<R->

  Os acontecimentos que fazem parte da histria de vida das pessoas podem ser organizados em uma linha do tempo. 
  Observe a linha do tempo mostrada abaixo. Ela representa alguns acontecimentos importantes ocorridos na vida de um menino chamado Hermano. 

<R+>
 _`[{linha do tempo adaptada_`]

 Quando nasci, na maior parte do tempo, eu s mamava e dormia.   
 1 ano -- Comecei a aprender a andar sozinho.
<P>
 2 anos -- Fui morar perto da casa de minha prima, com quem eu brincava todos os dias.
 3 anos -- Nasceu a minha irm.
 4 anos -- Nessa poca eu gostava muito de brincar com barro.
<43>
 5 anos -- Fui passear no zoolgico.
 6 anos -- Fui para uma fazenda com meus primos e aprendi a andar a cavalo.
 7 anos -- Participei de um campeonato de jud. 
 8 anos -- Viajei para a praia pela primeira vez e conheci o mar.
<R->

<R+>
 a) Observe a linha do tempo e converse com os colegas sobre cada um dos acontecimentos da vida de Hermano.
 b) Entre os fatos que aparecem na linha do tempo da vida de Hermano, quais aconteceram:
 -- antes do nascimento da irm 
  dele;
 -- depois do nascimento da irm.
<R->
<44>

<R+>
Colocando em prtica
<R->

  Agora voc pode organizar a linha do tempo da sua vida. 
  Inicialmente, faa um levantamento de alguns fatos importantes que aconteceram com voc desde o seu nascimento. Para isso, entreviste seus parentes e pesquise documentos, objetos pessoais e fotografias. Se possvel, separe as fotografias que retratam alguns desses acontecimentos.
  Depois que tiver feito o levantamento dos fatos importantes da sua vida, confeccione a linha do tempo. Observe e siga o roteiro a seguir.

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
 Materiais necessrios
 -- folhas de papel em branco
 -- fita adesiva
 -- lpis de cor
<R->

<R+>
 1) Pegue as folhas de papel e dobre-as ao meio, no sentido vertical. Depois, cole uma ao
  lado da outra, conforme a ilustrao ao lado.
 2) Trace uma linha ao longo do papel. Essa linha representa a passagem do tempo. Depois, divida essa linha em partes iguais com traos, de modo que haja um quadro para cada ano da sua vida. Anote uma idade em cada um desses quadros.
<45>
 3) Prenda as fotografias com fita adesiva nos espaos que correspondem a cada uma das idades. Caso voc no tenha fotografias, faa desenhos que representem os acontecimentos importantes da sua vida. Depois, escreva o significado de cada uma das imagens.
 4) Traga a linha do tempo para a sala de aula e apresente-a para os colegas. Observe a linha do tempo que eles fizeram e comparem os fatos que esto registrados em cada uma delas. Procurem
  identificar as semelhanas e tambm as diferenas entre as histrias de vida de vocs.
<R->

               oooooooooooo
<46>
<P>
<R+>
Captulo 3 

O tempo no pra!
<R->

  O tempo est presente na vida de todas as pessoas. Mesmo sem perceber, utilizamos diferentes maneiras de marcar a passagem do tempo. Verifique algumas maneiras, respondendo s questes a seguir.

<R+>
 a) Que horas so agora?
 b) Qual  a data do seu aniversrio?
 c) Destaque os dias da semana que voc freqenta a escola.
  segunda-feira -- tera-feira -- quarta-feira -- quinta-feira -- sexta-feira -- sbado -- domingo
<R->

  Agora, leia o texto a seguir e veja outras maneiras utilizadas para marcar a passagem do tempo.
<P>
<R+>
 O ano tem doze meses

 No ms de janeiro,
 brinco o dia inteiro.

 Fevereiro  bem legal,
  o ms do carnaval.

 Em maro vou para a escola,
 leio, escrevo e jogo bola.

 H muitos anos, num ms de abril,
 Seu Cabral inventou o Brasil.

<47>
 Em maio comea o frio.
 vi! J sinto um arrepio

 Junho  o ms de So Joo,
 tempo de [...] balo.

 Julho  ms de viagem,
 s detesto  a bagagem.

 Agosto  ms de ventania,
 manh escura e tarde fria.
<P>
 
 Em setembro, festa geral:
 Brasil separado de Portugal.

 Outubro  o ms da criana,
 tempo de muita esperana.

 Em novembro eu estudo mais
 para ter frias em paz.

 Dezembro, com o Natal,
 no tem nada mais legal.

 Laura Ges. *Livro de leitura*. So Paulo, Quinteto Editorial, 1990.
<R->

<R+>
 a) Leia o texto novamente e destaque as palavras utilizadas para marcar a passagem do tempo.
 b) Quais outras palavras voc utiliza no seu dia-a-dia para falar sobre o tempo?
<R->
 
<48>
<P>
  A seguir, voc vai observar trs situaes vividas por pessoas diferentes. Note que cada uma dessas situaes ocorreu em perodos de tempo diferentes.

<R+>
 Situao A
<R->
  Na segunda-feira, Renato acordou cedo para ir trabalhar. 
  Nesse dia, Renato no foi para casa almoar.
  Depois que voltou do trabalho, no final do dia, ele jantou com sua famlia.
  Antes de dormir, Renato e sua esposa assistiram a um filme na televiso.

<49>
<R+>
 Situao B
 15 de maio de 2005 domingo
  14 h Estudar para a prova de Geografia
  16 h Jogar bola com a turma
 16 de maio de 2005 segunda-feira
  15 h Consulta no dentista
<P>
 17 de maio de 2005 tera-feira
  13 h Estudar para a prova de Matemtica
  15 h Entregar livro na Biblioteca
 18 de maio de 2005 quarta-feira
  13 h Prova do Curso de Ingls
  15 h Ir ao cinema com o Bruno
 19 de maio de 2005 quinta-feira
  9 h Apresentao de trabalho na feira de Cincias
  13 h Visitar o tio Antnio e a tia Marina
 20 de maio de 2005 sexta-feira
  9 h Estudar na casa do Felipe e depois jogar basquete
 21 de maio de 2005 sbado
  9 h Aula de natao no clube
  14 h Aniversrio do Flvio
<R->

<50>
<p>
<R+>
Situao C
 
 _`[{trs ilustraes de uma casa em pocas diferentes:
  1 de julho -- antes da reforma
  17 de julho -- durante a re-
  forma
  31 de julho -- aps a reforma_`]
<R->

<51>
<R+>
 a) Comlete com as letras que indicam o que est sendo representado em cada uma das situaes mostradas.
 Situao .....: Agenda de compromissos semanais de uma pessoa.
 Situao .....: Reforma de uma casa.
 Situao .....: Algumas atividades cotidianas de um homem.
<P>
 b) Em que perodo de tempo ocorreu cada uma das situaes? Indique a resposta correta.
 um dia -- uma semana -- um ms
 Situao A .....
 Situao B .....
 Situao C .....

 c) Quais foram as pistas que voc observou para identificar o perodo de tempo de cada situao?
<R->
 
<52>
<R+>
 O tempo passa, as pessoas mudam
<R->

  A passagem do tempo tambm pode ser percebida nas diversas transformaes pelas quais uma pessoa passa ao longo da sua vida.
  A seguir algumas fotografias que retratam a mesma pessoa em diferentes fases da vida.

<R+>
_`[Foto 1: moa com 19 anos.
 Foto 2: 1 ano
 Foto 3: 4 anos
 Foto 4: 9 anos
<P>
 Foto 5: 14 anos
 Foto 6: 8 meses_`]
<R->

<53>
<R+>
 a) Relacione cada uma das idades a seguir com uma das fotografias apresentadas.
  14 anos -- 9 anos -- 4 anos -- 8 meses -- 19 anos -- 
  1 ano
 b) Quais foram algumas transformaes ocorridas com essa pessoa no decorrer do tempo?
 c) Quais foram as pistas que voc utilizou para identificar essas transformaes?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
Trocando idias
<R->

  Alm das transformaes fsicas, as pessoas tambm passam por outras mudanas conforme vo se desenvolvendo. Converse com os colegas e, com o auxlio do professor, elaborem na lousa uma lista com outras mudanas que podem ser percebidas nas pessoas com o passar do tempo.

<54>
<R+>
 Registrando a passagem do tempo
<R->

  Existem diversas maneiras de registrar a passagem do tempo. Algumas dessas maneiras esto representadas a seguir. Observe-as.

<R+>
 A --
 Julho -- 2008
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- #a #b #c #d #e
 #f #g #h #i aj aa ab
 ac ad ae af ag ah ai
 bj ba bb bc bd be bf
 bg bh bi cj ca 

 B -- 
 _`[{marca as horas, os minutos e os segundos_`]
<P>
 C --   
 15 de julho de 2008 tera-feira
 8:00 -- 
 12:00 -- 
 14:00 -- 

 D -- 
 5 anos -- primeiro passeio na praia
 8 anos -- gostava de jogar bola
 10 anos -- primeira foto para carteira da escola

 E --  
 23 de junho de 2008
  Hoje encontrei um novo...

 F -- 
 Biblioteca Pblica Municipal
 Inscrio 654321
 Validade 31/12/2008 
 Nome: Jlia Almeida dos Santos
<R->

<55>
<R+>
 a) Agora, escreva os nomes dos recursos utilizados para se registrar a passagem do tempo.
<P>
 b) Quais maneiras de registrar a passagem do tempo voc utiliza no seu dia-a-dia?
<R->

<56>
<R+>
 O calendrio
<R->

  Uma das maneiras mais utilizadas para registrar a passagem do tempo  o calendrio.
  Observe o calendrio abaixo.

<R+>
 Calendrio 2008

 Janeiro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- 1 2 3 4 5
 6 7 8 9 aj aa ab
 ac ad ae af ag ah ai
 bj ba bb bc bd be bf
 bg bh bi cj ca
<P>
 Fevereiro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- -- 1 2
 3 4 5 6 7 8 9
 aj aa ab ac ad ae af
 ag ah ai bj ba bb bc
 bd be bf bg bh bi

 Maro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- -- -- 1
 2 3 4 5 6 7 8
 9 aj aa ab ac ad ae
 af ag ah ai bj ba bb
 bc bd be bf bg bh bi
 cj ca

 Abril
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- 1 2 3 4 5
 6 7 8 9 aj aa ab
 ac ad ae af ag ah ai
 bj ba bb bc bd be bf
 bg bh bi cj
<p>
 Maio
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- 1 2 3 
 4 5 6 7 8 9 aj 
 aa ab ac ad ae af ag
 ah ai bj ba bb bc bd
 be bf bg bh bi cj ca

 Junho
 dm sg t qr qn sx sb
 1 2 3 4 5 6 7 
 8 9 aj aa ab ac ad
 ae af ag ah ai bj ba
 bb bc bd be bf bg bh
 bi cj

 Julho
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- 1 2 3 4 5 
 6 7 8 9 aj aa ab
 ac ad ae af ag ah ai
 bj ba bb bc bd be bf
 bg bh bi cj ca
<P>
 Agosto
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- -- 1 2 
 3 4 5 6 7 8 9 
 aj aa ab ac ad ae af
 ag ah ai bj ba bb bc
 bd be bf bg bh bi cj
 ca

 Setembro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- 1 2 3 4 5 6 
 7 8 9 aj aa ab ac
 ad ae af ag ah ai bj
 ba bb bc bd be bf bg
 bh bi cj

 Outubro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- 1 2 3 4 
 5 6 7 8 9 aj aa
 ab ac ad ae af ag ah
 ai bj ba bb bc bd be
 bf bg bh bi cj ca
<P>
 Novembro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- -- -- -- -- -- 1
 2 3 4 5 6 7 8
 9 aj aa ab ac ad ae
 af ag ah ai bj ba bb
 bc bd be bf bg bh bi
 cj

 Dezembro
 dm sg t qr qn sx sb
 -- 1 2 3 4 5 6
 7 8 9 aj aa ab ac 
 ad ae af ag ah ai bj
 ba bb bc bd be bf bg
 bh bi cj ca
<R->

<57>
<R+>
 a) Qual  o ano que est representado no calendrio?
 b) Quantos meses tem o ano?
 c) Destaque o nome dos meses do calendrio de acordo com o nmero de dias a seguir.
  Meses com 31 dias .....
  Meses com 30 dias ..... 
  Ms com 28 ou 29 dias .....
<P>
 d) O calendrio apresentado :
  de um ano que j passou
  do ano em que estamos
  de um ano que ainda no chegou

 Algo a mais
<R->

  A maioria dos anos tem 365 dias. Porm a cada quatro anos ocorrem os anos bissextos, que possuem 366 dias. 
  Nos anos bissextos, o ms de fevereiro  maior e possui 29 dias.

<R+>
Trocando idias
<R->

  Voc j parou para pensar na importncia do calendrio?
<R+>
 o O que poderia acontecer se no existisse o calendrio e cada pessoa contasse a passagem do tempo do jeito que quisesse? Converse com os colegas e procurem identificar alguns dos 
<p>
  possveis problemas que poderiam ocorrer nessa situao.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<58>
<R+>
 O calendrio tem histria
<R->

  H milhares de anos, antes de existirem os calendrios, o ser humano j havia observado que alguns fenmenos se repetiam de tempos em tempos, como a poca das chuvas e da cheia dos rios. Assim, ele percebeu que se registrasse a passagem do tempo, poderia planejar melhor as suas atividades, como o plantio e a colheita.
  Para marcar a passagem do tempo, alguns povos se baseavam nas fases da Lua, entre eles os chineses e os babilnios. J os antigos egpcios inventaram um calendrio solar. Nesse calendrio, o ano era dividido em trs estaes: a das cheias do rio Nilo, a da *semeadura* e a da colheita.

<R+>
 _`[{foto de uma regio pouco habitada_`]
 Legenda: Vista area do rio Nilo nos dias de hoje. A cor verde, nas margens do rio, representa as reas cultivadas.
<R->

  Para os egpcios, as cheias do Nilo eram muito importantes, pois suas guas traziam nutrientes que fertilizavam as terras prximas s margens. Era somente depois das cheias que essas terras podiam ser cultivadas. As cheias do Nilo ocorriam uma vez por ano, de maneira muito regular, o que ajudou os egpcios a perceberem que o ano  composto de aproximadamente 365 dias.
<59>
  O calendrio dos egpcios serviu de base para a reforma do calendrio dos romanos, h cerca de 2000 anos. O responsvel por essa reforma foi Jlio Csar, que era o governante de Roma.
<P>
<F->
!:::::::::::::::::::::::::::
l   Em homenagem a Jlio  _
l  Csar, o calendrio     _
l  dos romanos foi chama-   _
l  do calendrio juliano.   _
h:::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

  Em 1582, o papa Gregrio XIII determinou que fossem feitas algumas alteraes no calendrio juliano, para que ele se tornasse mais preciso. O calendrio gregoriano, como ele ficou conhecido,  o calendrio que utilizamos atualmente.
  Os nomes dos meses no calendrio gregoriano, no entanto, so os
 mesmos que foram criados pelos romanos.
  Veja, a seguir, o significado do nome de alguns meses.

<R+>
 Fevereiro: do latim *Februlia*, nome de uma festa religiosa de purificao que era celebrada nessa poca do ano.
<P>
 Maro: homenagem a *Marte*, deus da guerra. 
 Julho: homenagem a *Jlio Csar*, governante romano que reformou o calendrio romano, h cerca de 2000 anos.
 Agosto: homenagem ao imperador *Augusto*, que completou a reforma do calendrio iniciada por Jlio Csar.

 Fonte de pesquisa: Qual  a origem do nome dos meses?. In: *Revista Mundo Estranho*, ano 1,  n.o 10. So Paulo, Abril, dezembro/2002.
<R->

<R+>
 o Na sua opinio, qual  a importncia do calendrio em nosso dia-a-dia?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<60>
<R+>
Algo a mais
<R->

  Para alguns povos indgenas, a passagem do tempo est associada aos fenmenos da natureza e s atividades de caa, pesca, coleta e agricultura.
  Observe um calendrio elaborado pelos indgenas Patax.

<R+>
 Janeiro -- Ms de preparo do solo para feijo.
 Fevereiro -- Ms da planta do feijo.
 Maro -- Ms da capina.
 Abril -- Ms da festa do *aw*.
 Maio -- Colheita do milho.
 Junho -- Ms do frio.
 Julho -- Ms de curso dos professores indgenas.
 Agosto -- Ms de volta s aulas.
 Setembro -- Ms de preparo do solo para o milho.
 Outubro -- Ms da planta do milho.
 Novembro -- Ms das guas.
<P>
 Dezembro -- Ms da manga, jambo e sapata.
<R->

<R+>
 Em *O Povo Patax e suas Histrias*, de Angthichay,
  Arariby, Jassan, Manguah e Kantyo. 5 edio. So Paulo: Global Editora, 2002.
<R->

<R+>
 Converse com os colegas e comparem o calendrio feito pelos Patax com o calendrio apresentado na pgina 53  57. Identifiquem algumas semelhanas entre esses dois calendrios. Depois, identifiquem tambm as diferenas.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<61>
<R+>
 O relgio
<R->

  Assim como o calendrio, o relgio tambm  utilizado para medir a passagem do tempo. O relgio marca as horas, os minutos e os segundos.

<R+>
 a) Nos relgios de ponteiros, o que o ponteiro maior indica?
 b) E o ponteiro menor?
 c) Observe a posio dos ponteiros e escreva a hora em que Marcela realiza cada uma das seguintes atividades.
 _`[{acorda: ponteiro menor no 7 e ponteiro maior no 12.
  Vai para a escola: ponteiro menor no 8 e ponteiro maior no 12.
  Almoa: ponteiro menor no 12 e ponteiro maior no 6.
  Vai dormir: ponteiro menor entre o 9 e o 10 e ponteiro maior no 6_`]
<62>
 d) Agora, complete as frases com a hora em que voc realiza cada uma das atividades indicadas e diga a posio correspondente dos ponteiros.
  Eu me levanto s .....
  Eu almoo s .....
  A minha aula comea s .....
  Eu costumo ir dormir s .....
<R->
<P>
<R+>
 e) Compare os seus horrios com os de Marcela e converse com os colegas sobre as questes a seguir.
 o Existem semelhanas entre os horrios em que vocs realizam as mesmas atividades? Quais?
 o Existem diferenas? Quais?
<R->

<R+>
 Algo a mais
<R->

  Alm dos relgios de ponteiros, os relgios digitais tambm so bastante utilizados atualmente. Nesse tipo de relgio, as horas so representadas por nmeros na forma de algarismos.

<63>
<R+>
Atividades

 1) Leia o texto a seguir.

 Quando chegou  escola
 Gustavo notou primeiro:
 Tia Rose! O relgio!
 Cad o outro ponteiro?
<P>
 
 O maior dos dois ponteiros
 no est em seu lugar.
 Mas se v, so oito horas, 
 isso se pode notar.

 Nlson Jos Machado. *Contando com o relgio*. So Paulo,
  Scipione, 1991.
<R->

<R+>
 o Converse com os colegas e com o professor e descubram por que  possvel perceber que so oito horas, mesmo que o relgio no tenha o ponteiro maior.
<R->
<P>
<R+>
 De olho na Biblioteca
<R->

  Ao ler este livro, voc vai conhecer o cotidiano de um personagem que, assim como voc, est aprendendo a ler as horas e a perceber a passagem do tempo.

<R+>
 *De hora em hora*, de Ruth 
  Rocha. So Paulo, Quinteto 
  Editorial, 1998.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<64>
<R+>
 Outros tipos de relgios
<R->

  Atualmente, os tipos de relgios mais utilizados so o relgio de ponteiros e o relgio digital. No entanto, esses relgios nem sempre fizeram parte da vida das pessoas. Antes deles, o ser humano criou outros instrumentos para medir o tempo. Conhea alguns deles.
  O relgio de sol foi o primeiro relgio criado pelo ser humano, provavelmente h 5000 anos. Nele, a hora  indicada pela sombra de um basto, que  projetada na base do relgio de acordo com a posio do Sol.
  Um outro instrumento que permite medir a passagem do tempo  a clepsidra, ou relgio de gua. Nesse instrumento, a gua  colocada em um recipiente que tem um pequeno furo embaixo. 
  Conforme a gua vai escoando,  possvel marcar a passagem do tempo.
  A ampulheta  um tipo de relgio que  constitudo por dois recipientes de vidro, com um pequeno furo entre eles. A passagem da areia pelo furo, de um recipiente para outro, permite medir o tempo.

<R+>
 o Voc conhece ou j ouviu falar de algum dos tipos de relgio apresentados? Qual? Comente com os colegas.
<R->

<65>
<P>
<R+>
 Colocando em prtica
<R->

  Depois de conhecer como funciona uma ampulheta, um menino chamado Andr decidiu construir uma,
 para verificar como  o seu funcionamento.

<R+>
 Materiais utilizados
 -- duas garrafas plsticas de refrigerante, vazias e com tampa
 -- areia limpa e fina
 -- fita adesiva
 -- um funil
<R->

<R+>
 1) Para iniciar a construo da ampulheta, Andr pediu a seu pai que furasse uma das tampinhas de garrafa.
 2) Depois, Andr encheu uma das garrafas plsticas com areia utilizando o funil. Ento, ele usou a tampinha furada para fechar a garrafa com areia.
 3) Em seguida, ele encaixou a garrafa vazia sem tampa em cima da outra garrafa que estava cheia de areia e utilizou a fita adesiva para fixar bem as duas partes.
 4) Com a ampulheta pronta, Andr marcou em um relgio o tempo que demorava para que a areia escoasse de uma garrafa para a outra. Assim, ele constatou que sua ampulheta registrava um perodo de cerca de um minuto.
<R->

               oooooooooooo
<66>
<P>
<R+>
Captulo 4

O cotidiano
<R->

  Todos os dias, as pessoas realizam diferentes atividades. Essas atividades fazem parte do cotidiano, ou seja, do dia-a-dia.
  Veja a seguir algumas atividades que fazem parte do cotidiano de um menino chamado Antnio.

<R+>
 08:00 -- acorda
 08:30 -- toma caf
 09:00 -- faz as tarefas escolares
 10:30 -- brinca com sua irm
 12:30 -- almoa
 13:00 -- toma banho
 16:00 -- estuda com os colegas de turma
 18:30 -- brinca com os colegas do bairro
 21:00 -- conversa com seus pais
<R->

<67>
<P>
<R+>
 a) Agora, numere as frases a seguir de acordo com a ordem dos acontecimentos do dia-a-dia de Antnio. Observe que a primeira atividade do dia j est indicada.
  ..... Depois da escola, Antnio brinca com alguns colegas do bairro na praa em frente  casa dele.
  ..... Quando termina a tarefa, Antnio ajuda sua me a cuidar de sua irmzinha, brincando com ela.
  ..... Depois de se levantar e arrumar a cama, Antnio toma o caf da manh.
  ..... Antes de ir para a escola, Antnio toma banho e veste o uniforme. Depois seu pai o leva para a escola.
  ..... Nos dias em que Antnio vai  escola, ele acorda s oito horas da manh.
  ..... Na escola, Antnio realiza diversas atividades junto com os colegas de turma.
  ..... Depois do jantar, Antnio conversa com seus pais e brinca com sua irmzinha antes de dormir.
  ..... Aps o caf da manh, Antnio faz as tarefas da 
  escola.
  ..... Ao meio-dia e meia, Antnio e sua famlia almoam.
<68>
 b) Quais foram as pistas que voc utilizou para descobrir a ordem dos acontecimentos?
 c) Indique o perodo do dia em que Antnio realiza cada uma das atividades apresentadas. Para isso, complete cada atividade de acordo com as palavras indicadas a seguir.
  manh -- tarde -- noite
  08:00 -- acorda
  08:30 -- toma caf
  09:00 -- faz as tarefas escolares
  10:30 -- brinca com sua irm
  12:30 -- almoa
  13:00 -- toma banho
<P>
 d) Destaque as atividades realizadas por Antnio que tambm fazem parte do seu dia-a-dia.
  Arrumar a cama depois de se levantar.
  Fazer as tarefas da escola.
  Brincar com os colegas do 
  bairro. 
  Tomar banho antes de ir para escola.
  Freqentar a escola  tarde.
  Conversar com a famlia antes de dormir.
 e) Alm das atividades representadas, quais outras atividades voc realiza no seu dia-a-dia? Comente com os colegas.
<R->
<P>
<R+>
 Atividades

1. De acordo com o dia da semana, realizamos atividades especficas. Destaque, entre os dias da semana a seguir, aqueles em que voc no vai  escola.
 domingo
 segunda-feira
 tera-feira
 quarta-feira
 quinta-feira
 sexta-feira
 sbado

 a) Escreva alguma das atividades que voc costuma realizar nesses dias.
<R->

<69>
<R+>
 2. Agora, escolha um dos dias em que voc vai  escola e escreva quais so as atividades que voc realiza em cada um dos perodos desse dia.
 Manh
 Tarde
 Noite
<70>
<P>
 3. Quais atividades do seu dia voc realiza sozinho? E quais atividades voc realiza acompanhado de outras pessoas?
 4. Quais atividades voc realiza todos os dias?
 5. Qual  o perodo do dia em que voc tem maior nmero de atividades?
 6. Converse com um colega da turma e comparem suas atividades cotidianas. Identifiquem as atividades semelhantes. Depois, identifiquem as atividades diferentes.
<R->

<R+>
 De olho na Biblioteca
<R->

  Para quem gosta de poesia, este livro  uma maneira divertida de conhecer algumas das atividades do dia-a-dia de um menino.
 
<R+>
*Amigos do Peito*, de Cludio Thebas. Belo Horizonte, 
  Formato, 1996.
<R->

<71>
<R+>
 Organizando o cotidiano
<R->

  Para organizar as atividades do dia-a-dia, algumas pessoas costumam utilizar agendas para anotar os seus compromissos.
  Veja a seguir o exemplo de uma pgina de agenda e algumas das informaes que a maioria delas apresenta.

<R+>
 _`[{maio 2005 16 segunda 
  8 h Comprar 20 metros de fio e cinco tomadas
  9 h Instalar luminrias na casa de dona Cludia
  13 h Instalar tomadas na casa do senhor Carlos
  15 h Trocar a resistncia do chuveiro da casa do senhor 
  Aroldo
  Na parte inferior da pgina, aparecem os calendrios dos 
  meses anterior e seguinte_`]
<R->

<R+>
 a) Qual  a data indicada nesta pgina de agenda?
<P>
 b) Qual  a profisso do dono dessa agenda? Como  possvel saber essa informao?
 c) Na sua opinio,  importante utilizar agenda? Por qu? Comente com os colegas.
<R->

<72>
<R+>
 Atividades
<R->
 
<R+>
 1) Identifique e escreva o nome das profisses representadas a seguir. 
 A -- Corta e pinta os cabelos de algum.
 B -- D aulas.
 C -- Toca violo e canta.
 D -- Examina uma paciente.
 E -- Examina os dentes de uma cliente. 

<73>
<P>
 2) Agora, relacione os profissionais representados com as pginas das agendas a seguir.
 a) .....
  01 de julho segunda-feira
  9:00 Cirurgia do senhor Carlos
  13:00 Ver os resultados do exame de sangue do senhor Flvio 
 b) .....
  08 de maro quarta-feira
  13:00 Cortar e pintar o cabelo da Irene
  14:00 Fazer penteado na Marina
  15:00 Fazer escova na Adriana e permanente na Bruna
 c) .....
  23 de agosto tera-feira
  9:00 Fazer limpeza dos dentes e ajustar o aparelho do Jos
  14:00 Comprar material para o consultrio: algodo e flor
<P>
 d) .....
  Sexta-feira 
  13:00 Entregar notas na secretaria
  14:00 Preparar aula sobre o perodo colonial
  16:00 Corrigir provas e trabalhos
 e) .....
  18 de novembro quinta-feira
  9:00 Comprar cordas novas para o violo
  14:00 Ensaiar para a apresentao no Centro Cultural 
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<74>
<R+>
 Colocando em prtica 
<R->

  Daniel, um aluno da 1 srie, queria ter uma agenda para anotar suas atividades durante uma semana. Para isso, ele separou alguns materiais que seriam necessrios. Veja a seguir.
<P>
<R+>
 Materiais necessrios
 -- lpis ou caneta
 -- canetinhas coloridas, lpis de cor, giz de cera etc.
 -- grampeador
 -- 7 folhas de papel
<R->

<R+>
 1) Para confeccionar a agenda, Daniel comeou dobrando as folhas ao meio e grampeando-as como se fosse um caderno. Depois, em cada uma das folhas, ele anotou as informaes que constam em uma agenda, como o dia do ms e da semana, o ms e o ano.
 2) Ento, Daniel anotou na agenda as atividades que tinha de fazer durante a semana. 
 Para enfeitar a agenda, ele coloriu as pginas e fez desenhos. 
 3) Em seguida, ele levou a agenda para a sala de aula e a mostrou para os colegas da turma.
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<75>
<P>
<R+>
O cotidiano da famlia
<R->

  As pessoas de uma famlia realizam diferentes atividades no dia-a-dia.
  Veja, a seguir, alguns momentos do dia da famlia de Simone.
  s 7 horas da manh, Simone e sua famlia tomam caf da manh.
  Depois do caf da manh, o pai de Simone vai para o trabalho e seu irmo vai para a escola. 
<76>
  Simone, depois de arrumar sua cama e fazer a tarefa escolar, vai brincar com uma amiga. Enquanto isso, sua me faz um curso para aprender a trabalhar com computadores.
  Ao meio-dia, Simone, sua me e seu irmo almoam em casa, enquanto seu pai almoa no trabalho.
<77>
  Aps o almoo, Simone vai para a escola e sua me, que  cabeleireira, vai para o trabalho. O irmo de Simone, depois de lavar a loua, vai para a aula de natao.
<P>
  Na hora do jantar, a famlia toda se rene novamente. E, depois do jantar, todos ajudam a limpar e a organizar a cozinha.

<78>
<R+>
 a) O que o pai e a me de Simone fazem enquanto ela estuda na escola? E o que o irmo dela faz?
 b) Escreva o que as pessoas da sua famlia fazem enquanto voc est na escola.
 c) Quais so os momentos do dia em que a famlia de Simone est toda reunida?
 d) Quais so os momentos do dia em que a sua famlia est toda reunida?
<R->

  Voc viu que a me de Simone, alm de trabalhar em casa, trabalha fora para ajudar no sustento da famlia. E viu tambm que ela recebe a ajuda do marido e dos filhos na realizao de algumas tarefas domsticas.
  Essas atitudes mostram que no cotidiano da famlia de Simone existe cooperao entre as pessoas.

<R+>
 a) Quantas pessoas trabalham para o sustento da sua famlia? Em que elas trabalham?
<79>
 b) Na sua famlia existe cooperao? O que voc acha que poderia ser feito para melhorar a cooperao?
 c) Destaque o que voc costuma fazer no dia-a-dia para cooperar com a sua famlia.
 Arrumo minha cama.
 Ajudo a lavar a loua.
 Mantenho meu quarto organizado.
 Guardo meus brinquedos depois de brincar.
 Tiro meu prato da mesa quando acabo de comer.
 No deixo minhas roupas e sapatos fora do lugar.
 Ajudo minha me a cuidar dos meus irmos menores.
 Mantenho meus materiais escolares organizados.
 Outros: .....
<R->

<R+>
 Trocando idias
<R->

  Em muitas famlias, as mulheres so responsveis por realizar todas as tarefas domsticas e no recebem a ajuda das outras pessoas da famlia.
<R+>
 o Voc acha isso correto? Por qu? Converse com os colegas.
<R->

<80>	
<R+>
 Atividades
<R->

<R+>
 1) O que voc e a sua famlia costumam fazer nos finais de semana? 
 2) O que voc gostaria que fosse diferente no dia-a-dia da sua famlia? Por qu?
<P>
 3) Complete cada frase com uma das palavras ou expresses do quadro e descubra algumas atitudes importantes no cotidiano da famlia. Observe que a primeira frase j est pronta.
 arrumar
 limpar
 enxugar
 colocar no lugar
 pedir desculpas
 desligar
 fechar
 apagar

 a) Se eu abri, devo *fechar*
 b) Se eu sujei, devo .....
 c) Se eu desarrumei, devo .....
 d) Se eu liguei, devo .....
 e) Se eu molhei, devo .....
 f) Se eu derrubei, devo .....
 g) Se eu acendi, devo .....
 h) Se eu magoei, devo .....
<R->

<81>
<P>
<R+>
 O dia-a-dia de crianas no
  passado
<R->

  Voc conheceu algumas atividades que fazem parte do cotidiano da maioria das crianas. As crianas que viveram em outras pocas tambm realizavam atividades como essas, porm, com algumas diferenas.
  Estudar, por exemplo,  uma atividade que h cerca de 70 anos passou a fazer parte do cotidiano de um grande nmero de crianas brasileiras. Conhea a seguir algumas informaes sobre a escola no passado.
  Em grande parte das escolas, meninos e meninas estudavam em salas de aula separadas.
  Os materiais escolares tambm eram bastante diferentes dos que so utilizados atualmente.
  O texto a seguir  a reproduo da pgina de uma cartilha, de 1940, que era utilizada em muitas escolas para ensinar as crianas a ler e a escrever.
<P>
 As meias de Lili

 Eu vou calar as minhas meias.
 As minhas meias so azuis.
 Que pena! A minha meia, to bonita, est furada!
 Eu no sei coser...
 Como h de ser?
  
<82>
  Escrever, por exemplo, no era uma tarefa simples, pois no existiam canetas como as que usamos atualmente. 
  Observe alguns instrumentos que os alunos utilizavam para escrever no dia-a-dia.
  A caneta de pena  um instrumento formado por uma ponta metlica que fica presa em uma haste, geralmente de madeira. Para escrever com a caneta de pena, os alunos precisavam molh-la freqentemente na tinta.
  O tinteiro  um vasilhame feito para guardar a tinta.  no tinteiro que os alunos molhavam a caneta de pena para escrever.
  Quando os alunos derrubavam tinta ou escreviam algo errado, eles usavam o mata-borro, instrumento prprio para absorver o excesso de tinta.
<R+>
 o Converse com os colegas e comparem os instrumentos acima com os que so utilizados atualmente pela maioria dos alunos. Em seguida, identifiquem:
<R->
<R+>
 -- semelhanas entre esses instrumentos;
 -- diferenas entre esses instrumentos.
<R->

<83>
<R+>
 Entrevistando
<R->

  Agora, voc vai realizar uma entrevista para conhecer um pouco mais sobre o cotidiano de crianas do passado. Para isso, faa uma entrevista com uma pessoa conhecida que tenha mais de 50 anos.
<P>
           Roteiro da entrevista

<R+>
 Nome do entrevistado: '''''
 Idade: '''''
 Data da entrevista: '''''

 a) Quando voc estava na 1 srie, quais eram as matrias que voc estudava?
 b) Voc utilizava algum meio de transporte para ir  escola? Qual?
 c) Em qual perodo do dia voc ia  escola?
 d) Quantas horas por dia voc permanecia na escola?
 e) Quais eram as atividades que voc realizava quando no estava na escola?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<84>
<R+>
 As crianas e o trabalho
<R->

  Estudar  uma das atividades mais importantes no dia-a-dia das crianas. Porm, infelizmente, existem muitas crianas que no podem freqentar a escola porque precisam passar o dia todo trabalhando para ajudar a famlia.
  Isso acontece principalmente nas famlias em que os pais esto desempregados ou no ganham o suficiente para pagar despesas, por exemplo, com moradia, alimentao ou vesturio.
  No Brasil, essa triste situao  vivida por crianas que moram tanto no campo como nas cidades. Veja dois casos em que isso acontece.

<F->
!::::::::::::::::::::::::::::::
l   Fotografia A: um menino  _
l  empurra um arado.           _
l   Fotografia B: um menino  _
l  limpa o pra-brisa de um    _
l  automvel.                  _
h::::::::::::::::::::::::::::::j
<F+>

<R+>
 a) Quais atividades esto sendo realizadas pelas crianas retratadas nas fotografias?
<85>
<P>
 b) Qual fotografia retrata uma criana trabalhando na cidade?
 c) Qual fotografia retrata uma criana trabalhando no campo?
 d) Voc j viu alguma criana que  obrigada a passar o dia todo trabalhando e no tem tempo para estudar ou brincar? Em caso afirmativo, qual era a atividade que ela estava realizando?
<R->

  Alm de no permitirem que a criana freqente a escola, muitos tipos de trabalhos ocasionam srios problemas de sade e tambm emocionais. Algumas atividades so muito perigosas e podem at colocar em risco a vida das crianas.
  Veja alguns problemas que podem ocorrer.
 
<R+>
 Danos causados: perda de viso
 Tipo de trabalho: em pedreiras, cultura do sisal
 Danos causados: intoxicao por agrotxicos
 Tipo de trabalho: produo de seda, cultura da laranja, cultura da cana-de-acar
 Danos causados: problemas respiratrios
 Tipo de trabalho: em carvoarias, em pedreiras e em cermicas
 Danos causados: intoxicaes alimentares
 Tipo de trabalho: em aterros sanitrios
 Danos causados: Problemas na coluna
 Tipo de trabalho: produo de seda, cultura da laranja, extrao de sal
 Danos causados: problemas de audio
 Tipo de trabalho: em pedreiras, em cermicas, cultura do sisal
 Danos causados: picadas de cobras e insetos
<P>
 Tipo de trabalho: em aterros sanitrios, produo de seda, cultura da laranja e cana-de-acar
<R->

<R+>
 Fonte de pesquisa: Ministrio do Trabalho. In: *Z*, ano 1, n.o 5. So Paulo, Pinus, novembro/1996.
<R->

<86>
  Hoje, a explorao do trabalho de crianas menores de 16 anos  proibida no Brasil. No entanto, por volta de 1900, ainda no havia leis proibindo o trabalho infantil. Com isso, muitas crianas passaram a trabalhar nas fbricas que estavam sendo instaladas em vrias cidades brasileiras. 
  Elas trabalhavam de 10 a 12 horas por dia, durante seis dias na semana. Alm disso, exerciam os mesmos trabalhos dos adultos, porm ganhavam bem menos.
<P>
<R+>
 _`[{foto de um menino perto de uma bancada_`]
 Legenda: Menino trabalhando como operrio em uma marcenaria na cidade de Petrpolis, estado do Rio de Janeiro, por volta de 1900.
<R->

  Naquela poca, nas ruas das cidades, tambm era comum ver crianas que realizavam outros tipos de trabalho.
<R+>
 _`[{foto de um menino de chapu_`]
 Legenda: Menino trabalhando em banca de revistas e jornais na cidade de Curitiba, por volta de 1920.
<R->

<R+>
 o Na sua opinio, qual  a idade aproximada das crianas retratadas? 
<R->

<87>
  No campo, tambm havia um grande nmero de crianas trabalhando o dia todo. Muitas crianas eram empregadas pelos fazendeiros para realizar trabalhos, como carpir o mato, cortar cana ou colher algodo. 
  Veja o relato de uma senhora chamada Maria Ferreira Maciel. Ela nasceu em 1917, em Felixlndia, no estado de Minas Gerais. 

  Minha famlia era muito pobre. Em casa era meu pai, minha me, eu e mais 3 irmos e 2 irms. Para ganhar a vida, meu pai trabalhava como empregado em um stio onde a gente foi morar.
  Meus irmos que eram um pouco mais velhos que eu comearam cedo a ajudar meu pai na *roa*. 
  Com sete anos, eu comecei a estudar numa escola no stio. S que eu s pude ir na escola por trs meses porque eu precisei ir ajudar meu pai na colheita de algodo. Como a gente ganhava por quilo de algodo colhido, quanto mais pessoas da famlia trabalhavam, melhor. A gente ia pra roa muito cedo, 4 e meia da manh. L a gente passava o dia inteiro e s voltava pra casa no final do dia.  

<R+>
 Depoimento cedido em julho de 2004.
<R->

<R+>
Trocando idias
<R->

  Apesar de proibida, a explorao do trabalho infantil ainda  uma realidade que faz parte do dia-a-dia de um grande nmero de crianas no Brasil. Essas crianas precisam trabalhar para ajudar no sustento da famlia. Alm de sofrer danos fsicos e emocionais, essas crianas enfrentam dificuldades para estudar e, normalmente, abandonam a escola.
<R+>
 o Na sua opinio, quais so as conseqncias sofridas pelas crianas que precisam abandonar a escola para trabalhar?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<88>
<P>
<R+>
 Os direitos da criana
<R->

  No Brasil foram criadas algumas leis com o objetivo de acabar com a explorao do trabalho infantil e garantir os direitos das crianas e dos adolescentes. Essas leis esto registradas em dois documentos: no *Estatuto da Criana e do Adolescente*, criado em 1990, e na *Constituio Federal Brasileira*, de 1988.
  Conhea a seguir o que diz a Constituio sobre o trabalho de crianas e adolescentes.

  [...]  proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos de idade.  permitido o trabalho ao menor que tenha 14 anos ou mais, somente na condio de *aprendiz*.

<R+>
 Fonte de pesquisa: *Constituio da Repblica Federativa do Brasil*. 
<R->
<P>
  Agora, observe a descrio de um desenho.

<R+>
 _`[{uma placa redonda onde se v o mapa da Amrica do Sul;
  sobre o mapa, aparece um menino cortando cana. Representando o smbolo de proibido, o desenho de um lpis corta toda a figura_`]
<R->

  Esse desenho foi feito por Lincoln Tadeu do Nascimento, que na poca tinha 10 anos de idade. Com esse desenho, ele ganhou um concurso sobre o trabalho infantil, promovido pela Folhinha de S. Paulo e pela Fundao Abrinq pelos Direitos da Criana.
<R+>
 o Converse com os colegas sobre o significado do desenho acima.
<R->

<R+>
Colocando em prtica
<R->

  Junte-se a um colega da sua turma e produzam um desenho sobre o trabalho infantil. Depois, com o auxlio do professor, faam uma exposio dos desenhos feitos pelos alunos da turma.

<89>
  Alm  da Constituio Federal Brasileira e do Estatuto da Criana e do Adolescente, existem outros documentos que foram criados com o objetivo de garantir que os direitos das crianas sejam respeitados.
  Entre esses documentos, um dos mais importantes  a Declarao dos Direitos da Criana. Esse documento foi aprovado no ano de 1959 pela *Organizao das 
 Naes Unidas (ONU*).
  Veja, no quadro a seguir, alguns dos direitos das crianas que esto registrados nesse documento.

<R+>
 Direito  vida.
 Direito a um nome.
 Direito a uma nacionalidade.
 Direito  alimentao.
 Direito  liberdade.
 Direito ao lazer.
 Direito  dignidade.
 Direito  educao.
 Direito  cultura.
 Direito  profissionalizao.
 Direito ao respeito.
 Direito  moradia.
<R->

<R+>
 Trocando idias
<R->

<R+>
 Converse com os colegas sobre as questes a seguir.	
 a) Os direitos da criana tm sido respeitados no Brasil? Por qu?
 b) O que pode ser feito para que as crianas brasileiras tenham todos os seus direitos garantidos?
<R->

               oooooooooooo
<90>
<P>
<R+>
Captulo 5

Brincadeiras de crianas
<R->

  Brincar  uma atividade que sempre fez parte da vida das crianas, em todos os lugares do mundo. Onde existem crianas, existem brincadeiras.
  Observe a descrio da imagem a seguir.

<R+>
 _`[{vrias pessoas, vestindo quimonos tpicos japoneses, antigos, soltam pipas, jogam bola, correm, rolam aros, pulam corda, andam em pernas de pau. Duas bandeiras do Japo e inscries em caracteres japoneses fazem parte da imagem_`]
<R->

<R+>
 *Jogos Infantis*, por volta de 1868-1912.
<R->

<91>
<P>
<R+>
 a) Destaque o que as pessoas representadas na imagem esto fazendo?
  Brincando -- Comendo -- 
  estudando
 b) Na sua opinio, a imagem representa acontecimentos:
  da atualidade -- de uma outra poca
 o Quais pistas voc observou para identificar a poca em que viveram as pessoas representadas nessa imagem?
 c) Qual  o provvel pas de origem das pessoas representadas?
  Canad -- Brasil -- Japo
 o Quais pistas voc observou para identificar o provvel pas de origem das pessoas representadas?
 d) Destaque na descrio da imagem as brincadeiras que voc costuma brincar com os seus colegas atualmente.
<R->
<92> 
<P>
<R+>
 e) As ilustraes a seguir so reprodues das brincadeiras apresentadas na imagem da pgina 103. Observe-as e escreva o nome das brincadeiras que elas representam.
  menina com bola .....
  menino com uma corda .....
  crianas com seus pies .....
  criana se equilibrando em perna de pau .....
  menino correndo com aro .....
<R->

<93>
<R+>
 Eu gosto mesmo  de brincar!
<R->

  Toda criana gosta de brincar, e cada uma costuma ter uma brincadeira preferida.
<R+>
 o Qual  a sua brincadeira preferida? Comente com os colegas.
<R->

<94>
  Na escola de Juliana, uma menina que estuda na 1 srie, os alunos realizaram uma atividade semelhante  que voc e seus colegas fizeram. Ao terminarem, eles ficaram curiosos para saber quais eram as brincadeiras preferidas pelos alunos.
  Para obter essa informao, eles fizeram as seguintes anotaes.

<R+>
 Brincadeiras preferidas pelos alunos da 1 srie
<R->
      
  Brincadeiras citadas pelos alunos: amarelinha, queimada, esconde-esconde, pega-pega, boneca, pipa, cabra-cega, pio, videogame.
  Nmero de alunos que preferem cada uma das brincadeiras:
<R+>
 Amarelinha _ 
 Queimada _ _ _ _ _ _
 Esconde-esconde _ _ _ _ _
 Pega-pega _ _
 Boneca _ _ _ _ 
 Pipa _ _ _ _ _ 
 Cabra-cega _ _ _ 
 Pio _ _ 
 Videogame _ _ _ 
<R->

  Depois de anotadas essas informaes, eles as utilizaram na 
<P>
elaborao de um grfico. Veja como ficou.
<95>

<R+>
 Brincadeiras preferidas pelos alunos da 1 srie
<R->

<R+>
 _`[{grfico de barras. No eixo vertical, o nome das brincadeiras: ama. (amarelinha), quei. (queimada), es. (esconde-esconde), pega (pega-pega), bo. (boneca), pipa, ca. (cabra-cega), pio, vi. 
  (videogame); no eixo horizontal, o nmero de alunos_`]
<R->

<F->
ama.   _ 
quei.  _ -----  
es.    _ ----  _
pega.  _ -  _  _  _  _
bo.    _ ---  _  _
pipa.  _ ----  _
ca.    _ --  _  _  _
pio.  _ -  _  _  _  _
vi.    _-----_--_--_
         #a #b #c #d #e #f
<F+>

<R+>
 a) Quantos alunos estudam na turma de Juliana?
 b) Qual  a brincadeira preferida pelo maior nmero de alunos?
 c) Qual  a brincadeira preferida pelo menor nmero de alunos?
<R->

<R+>
Colocando em prtica 
<R->

  Que tal fazer uma atividade semelhante  da turma de Juliana e descobrir quais so as brincadeiras preferidas pelos alunos da sua turma? Para isso, com a ajuda do professor, faam o levantamento das informaes e elaborem um grfico na lousa.

<96>
<R+>
Respeitando as regras
<R->

  Quando as brincadeiras so realizadas em grupo,  importante que elas tenham algumas regras que devem ser respeitadas por todos os participantes. 
  Para o bom andamento da brincadeira  necessrio que as regras sejam determinadas antes de a brincadeira comear e que todos os participantes as conheam.
  Observe as cenas a seguir e converse com os colegas sobre cada uma delas.

<R+>
 _`[1 Dois meninos e uma menina vo jogar amarelinha e sorteiam quem vai iniciar o jogo;
 2 a menina inicia a brincadeira jogando uma pedrinha no quadro de nmero 1;
 3 a menina pula para dentro dos quadros seguintes, apoiando-se nas duas pernas, sem colocar o p na linha;  
 4 depois de fazer, da mesma forma, o caminho de volta, a menina pisa na linha, sem querer;
 5 os colegas chamam a sua ateno;
 6 a menina, zangada, vai embora_`]
<R->

<97>
<R+>
 a) Do que as crianas estavam brincando?
<P>
 b) Voc conhece as regras dessa brincadeira? Quais so? Converse com os seus colegas.
 c) Por que a menina que estava pulando parou de brincar e foi embora?	
 d) Voc acha que a atitude dela foi correta? Por qu?
 e) Pense em uma situao em que  preciso respeitar regras. Conte essa situao a seus colegas e comentem sobre as regras que devem ser respeitadas.
<R->

<R+>
 Trocando idias
<R->

  Converse com os colegas sobre a questo a seguir.
<R+>
 o Por que  importante que as brincadeiras em grupo tenham regras e que todos os participantes as respeitem?
<R->

               ::::::::::::::::::::::::

<98>
<P>
<R+>
As brincadeiras tm histria
<R->

  Muitas brincadeiras que conhecemos hoje j faziam parte do dia-a-dia de crianas que viveram h milhares de anos. Vrias dessas brincadeiras permaneceram, com poucas modificaes, at os dias de hoje.
  Veja a seguir como brincavam algumas crianas de diferentes povos que viveram em outras pocas.
  H cerca de 4000 anos, as crianas que viviam no Egito brincavam de cabo-de-guerra, de
 pio e de bola. Elas tambm costumavam brincar com bonecas feitas de madeira.

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l    As bonecas das crianas    _
l  egpcias eram decoradas com   _
l  desenhos e tinham cabelos     _
l  feitos com contas de *ar-     _
l  gila*.                        _
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  Na Grcia, h cerca de 2500 anos, as crianas brincavam de rolar aros. Elas tambm gostavam de brincar com bolas e iois de cermica.

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l    Alm das bolas e iois,  _
l  vrios outros brinquedos    _
l  utilizados pelas crianas   _
l  gregas eram fabricados com  _
l  cermica. Alguns desses    _
l  brinquedos representavam    _
l  figuras de pessoas e        _
l  animais.                    _
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  As crianas que viviam na China h cerca de 2000 anos gostavam muito de empinar pipas. Uma outra brincadeira comum entre as crianas chinesas era um jogo em que se utilizavam varetas de *bambu*.
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l    No jogo de varetas, que    _
l  se chamava *liu bo*, a        _
l  criana espalhava as varetas  _
l  e depois tinha de retirar     _
l  uma a uma, sem mover as       _
l  outras.                       _
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  H cerca de 2000 anos, as crianas que viviam em Roma costumavam jogar com dados feitos de ossos e, tambm, brincar com bolinhas de gude e pies.

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l    Muitas crianas romanas  _
l  colecionavam bolinhas de    _
l  gude.                       _
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  As crianas *vikings*, que viveram h cerca de 1000 anos na regio onde atualmente se encontra a Noruega, brincavam de batalhas com bolas de neve. No inverno, 
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elas aproveitavam para brincar de patinar nos rios congelados.

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l    Os patins usados pelas   _
l  crianas *vikings* eram     _
l  feitos de couro e ossos.    _
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 o Voc j brincou de alguma das brincadeiras que foram apresentadas? Qual? Comente com os colegas.
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 Brincadeiras de ontem e de hoje
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  Os seus avs e os seus pais nasceram e foram crianas em pocas diferentes da sua. No entanto, muitas brincadeiras que fazem parte do seu dia-a-dia tambm fizeram parte da infncia deles, como jogos, brincadeiras de rua e cantigas de roda.
  Conhea a seguir algumas dessas brincadeiras.
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 Empinar pipa
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  Empinar pipa  uma brincadeira muito antiga e muito praticada em todo o mundo.
  A pipa, geralmente,  feita com uma armao de bambu sobre a qual se cola uma folha de papel ou de plstico. Depois de pronta, basta prend-la  extremidade de uma linha ou barbante e faz-la voar com a ajuda do vento.
  Dependendo da regio do Brasil, a pipa pode receber nomes diferentes, como papagaio, pandorga, arraia, cangula, estrela, maranho, entre outros.
  Para empinar pipa, so necessrios alguns cuidados, por exemplo, evitar locais onde haja carros, degraus, postes, fios eltricos e antenas.

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 Rodar pio
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  O pio  um brinquedo feito de madeira, com um prego na ponta, que  chamado de ferro.
  Para rodar o pio,  preciso enrolar nele um barbante, segur-lo pela ponta e puxar quando o pio for jogado ao cho. Ao cair no cho, o pio fica girando, apoiado no ferro.
  Muitas crianas brincam de rodar pio sozinhas, mas outras preferem competir com os amigos.

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 Pular corda
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  Pular corda  uma brincadeira muito conhecida entre as crianas.
  Uma das maneiras mais comuns de praticar essa brincadeira  com duas crianas segurando as pontas da corda, que deve ter de 3 a 5 metros de comprimento, e batendo para uma ou mais crianas pularem.
  Existem vrias maneiras de tornar a brincadeira de pular corda mais divertida. Veja a seguir uma delas.
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Foguinho
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  Enquanto uma criana pula, as duas que batem a corda recitam:

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 Salada, saladinha
 bem temperadinha
 com sal, com pimenta
 fogo, foguinho.
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  Quando dizem a palavra foguinho, as crianas comeam a bater a corda cada vez mais rpido, at que a criana que est pulando esbarre na corda.
  Vence a competio quem conseguir pular mais tempo sem esbarrar na corda.

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Coelhinho sai da toca
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  Essa brincadeira  ideal para situaes em que h um nmero grande de participantes.
  Os participantes dividem-se em grupos de trs: dois ficam de mos dadas para formar a toca e o terceiro fica no meio representando o coelho.
  Os grupos devem ficar espalhados pelo local da brincadeira e dois ou mais participantes ficam sem toca, no centro.
  Quando todos esto prontos, um dos participantes grita: Coelhinho sai da toca!. Nesse momento, todos os participantes que representam coelhos devem trocar de toca.
  Os participantes que esto sem toca devem tentar ocupar uma das tocas que ficam vazias enquanto os demais procuram uma nova toca.
  Quem ficar sem toca vai para o centro e a brincadeira recomea. 

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Brincadeiras de roda
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  Nas brincadeiras de roda, as crianas, de mos dadas, se movimentam e fazem representaes ao som de uma msica, cantiga ou rima.
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  Conhea a seguir algumas das brincadeiras de roda mais conhecidas entre as crianas.

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 A canoa virou
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  Nessa brincadeira, os participantes fazem uma roda e, enquanto rodam de mos dadas, cantam a seguinte cano.

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 A canoa virou
 quem deixou ela virar?
 Foi por causa do (nome de um dos participantes)
 que no soube remar.

 Ah, se eu fosse um peixinho 
 e soubesse nadar
 tirava o (repete o nome)
 l do fundo do mar.
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  Quando ouvir seu nome pela primeira vez, o participante deve virar de costas para a roda. A cantiga continua sendo repetida at 
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que todos os participantes estejam de costas.

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Ciranda, cirandinha
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  Nessa brincadeira, os participantes tambm fazem uma roda. Depois, as crianas giram de mos dadas cantando a seguinte cantiga.

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 Ciranda, cirandinha
 vamos todos cirandar
 vamos dar a meia-volta
 volta e meia vamos dar.

 O anel que tu me deste
 era vidro e se quebrou
 o amor que tu me tinhas
 era pouco e se acabou.

 Por isso (nome de um dos participantes)
 faz favor de entrar na roda
 diga um verso bem bonito
 diga adeus e v-se embora.
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  O participante cujo nome foi dito na ltima estrofe vai ao centro da roda e recita um verso. Depois, volta para o seu lugar e a cantiga recomea.

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As crianas indgenas e suas brincadeiras
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  Brincar  uma atividade que tambm faz parte do dia-a-dia das crianas indgenas.
  O texto a seguir trata desse assunto. Leia-o.

  As crianas indgenas, de modo geral, tm liberdade e muito espao para brincar. Desde pequenas elas aproveitam os recursos da natureza para criar brinquedos com os quais se divertem: bichos de palha, bonecas de sabugo de milho, canoinhas de madeira, petecas e muitos outros.
  Nas comunidades indgenas existem algumas brincadeiras que so preferidas pelos meninos e outras que so preferidas pelas meninas. Entre os *Waimiri-Atroari*, por exemplo, que vivem na floresta Amaznica, as meninas se divertem acompanhando a me na roa. Os pais fazem cestos pequenos para as meninas ajudarem a colher e a carregar a mandioca at a aldeia. Elas tambm se divertem muito brincando com as crianas pequenas. J entre os meninos, a principal diverso  brincar de caar, e, para isso, seus pais fazem arcos e flechas pequenos.
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  Entre uma brincadeira e outra, meninos e meninas se juntam para tomar banho de rio. Eles aproveitam, ento, para brincar de pescar, de passear de canoa ou de cair na gua saltando de galhos de rvores.
  Para as crianas indgenas, brincar  muito importante, pois  brincando que elas aprendem a realizar as atividades que sero necessrias para sua sobrevivncia quando forem adultas.  por meio das brincadeiras, tambm, que elas aprendem a conviver com as pessoas da aldeia e a entender o mundo em que vivem.

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 a) De quais brincadeiras citadas no texto voc j participou?
 b) De quais brincadeiras voc ainda no participou?
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 Trocando idias 
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 o Na sua opinio, brincar  importante para as crianas? Por qu? Comente com os colegas.
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               oooooooooooo

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 Glossrio

 -- A
 Aprendiz -- Pessoa com pouca experincia que est aprendendo uma profisso, ofcio ou arte. 
 Argila -- Tipo de barro que pode ser amassado e modelado, e que  utilizado na confeco de diversos objetos, como potes, jarros ou tijolos. Para que possa ser utilizado, o objeto feito de argila precisa ser levado ao forno para assar e ganhar resistncia, tornando-se, desta forma, um objeto de cermica.

 -- B
 Bambu -- Tipo de planta alta e de formato cilndrico que pode ser usada na fabricao de mveis e objetos de decorao. O bambu tambm  utilizado na confeco de varas de pescar e na construo de casas e pontes.
<P>
 -- C
 Constituio Federal Brasileira -- Documento que contm as leis mais importantes que regem um pas ou nao. Por meio dessas leis so definidos, por exemplo, quais so os direitos e os deveres dos cidados e quais so as atribuies dos governantes.  
 Cruzeiro -- Moeda brasileira que esteve em vigor em nosso pas em trs perodos distintos. O primeiro perodo em que o cruzeiro circulou no Brasil foi de 1942 a 1967; o segundo, de 1970 a 1986; e o terceiro, de 1990 a 1993. O smbolo do cruzeiro  Cr$.

<109>
 -- D
 Direitos trabalhistas -- Garantias asseguradas aos trabalhadores que possuem registro na Carteira de Trabalho. Entre os principais direitos trabalhistas esto: assistncia mdica, seguro desemprego (remunerao temporria paga ao trabalhador que fica desempregado), descanso semanal remunerado (pelo menos um dia por semana) e 13 salrio (salrio extra pago anualmente ao trabalhador).

 -- E
 Eleio -- Escolha feita por meio de votos, em que os eleitores decidem qual pessoa vai ocupar um determinado cargo. O cargo mais importante para o qual uma pessoa pode ser eleita em nosso pas  o de presidente da Repblica. No Brasil, o voto  obrigatrio aos maiores de 18 anos e menores de 70. Tambm podem votar, mas no so obrigados, os analfabetos, as pessoas de 16 e 17 anos e os maiores de 70 anos. 
 Estatuto da Criana e do Adolescente -- Lei que entrou em vigor no Brasil em 1990. Essa lei foi criada para regulamentar os direitos de crianas e adolescentes, como sade, educao, moradia e proteo contra o trabalho infantil.

 -- F
 Ferreiro -- Profissional que trabalha com o ferro. O ferreiro fabrica objetos, instrumentos ou utenslios de ferro, que so utilizados para fins comerciais, industriais ou artsticos.

<110>
 -- O
 Oliveira -- rvore cujos frutos so comestveis. O fruto da oliveira  conhecido como oliva ou azeitona e  com esse fruto que se fabrica o azeite de oliva. Os maiores produtores de azeite do mundo so Espanha, Itlia, Grcia e Portugal. 
 Organizao das Naes Unidas (ONU) -- Organizao internacional fundada em 1945, logo aps o fim da Segunda Guerra Mundial. A ONU  composta de diversos pases que se uniram voluntariamente com o objetivo de preservar a paz e a segurana no mundo, estimular a cooperao internacional e promover o respeito aos direitos humanos.

 -- R
 Relato -- Tipo de descrio, notcia ou informao, que pode ser feita por meio da fala ou da escrita.
 Roa -- rea de terra onde so cultivados diferentes tipos de alimentos, como batata, mandioca, milho e feijo.

 -- S
 Semeadura -- Ato de lanar sementes em um terreno, a fim de iniciar o plantio de um determinado produto agrcola. No Egito Antigo, a poca da semeadura acontecia aps a ocorrncia das cheias do rio Nilo. Depois que as guas do Nilo voltavam ao seu volume normal, as terras s suas margens ficavam com uma rica camada de nutrientes que fertilizavam o solo deixando-o apropriado para ser cultivado. 

 -- V
 *Viking* -- Nome dado ao povo do norte da Europa que, por volta do ano 800 at o ano 1100, invadiu e saqueou muitas terras do continente europeu. Os *vikings* ficaram conhecidos por serem excelentes navegadores e construtores de embarcaes. 
  Alm da navegao, os *vikings* tambm se ocupavam com a agricultura, o comrcio e o artesanato.
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               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Obra
